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Romeo Zema Subestimou “a periculosidade do vírus”, fechou hospital de campanha e agora culpa governo Bolsonaro por falta de “kit intubação”

Romeo Zema Subestimou “a periculosidade do vírus”, fechou hospital de campanha e agora culpa governo Bolsonaro por falta de “kit intubação”.

O governador de Minas Gerais, Romeo Zema (Novo), tenta a todo custo se eximir das suas responsabilidades a frente do Poder Executivo de MG. Primeiro, Zema fechou o hospital de campanha em setembro do ano passado, montado no Expominas em Belo Horizonte, que custou R$ 2 milhões de reais aos cofres públicos, sem nunca ter recebido sequer um paciente com Covid-19.

A unidade contava com 768 leitos – 740 enfermarias e 28 de estabilização – exclusivos para receber pacientes com Covid-19. Segundo o governo de Minas, os casos estavam estáveis e não precisaria mais do hospital de campanha.

Adotando medidas ineficazes, Zema decretou a “onda roxa” no estado, impondo toque de recolher e medidas mais severas, o que não teve bons resultados. Após implementação das restrições, o aumento no número de casos bateu recorde.

Nesta quarta-feira (07/04/21), o estado registrou 508 mortes em apenas 24 horas, vidas essas que poderiam ter sido preservadas, caso houvesse um melhor atendimento hospitalar, em hospitais de campanha.

Um dos problemas constatados é que pacientes com doenças variadas contraem o vírus, muitas das vezes, ao ir as Unidades de Saúde em busca de atendimento, isso porque, os pacientes de Covid-19, são atendidos nos mesmo locais que outras pessoas que precisam de atendimentos para outras especialidades.

Romeo Zema ataca governo federal e dispara “Subestimou a periculosidade do vírus”

Nesta quarta-feira (07/04), o governador Romeu Zema criticou a atuação do governo federal no combate à pandemia. Ao falar sobre as medidas para conter o avanço do coronavírus, Zema disse que “algo a mais” deveria ter sido feito.

“O governo federal subestimou a periculosidade desse vírus. Nesse ponto, houve uma deficiência. Algo a mais deveria ter sido feito”, afirmou o governador.

Ele citou países que foram bem-sucedidos no combate ao vírus, mas ressaltou a dificuldade de lidar com a pandemia em um país de proporções continentais.

“Culpar é fácil, dar solução que é difícil. Países que foram bem na pandemia são raríssimos. São países ilhas, que conseguiram barrar a entrada de pessoas, que não têm fronteiras”, pontuou.

Ele disse ainda que, que o desempenho do Brasil poderia ter sido melhor.

Apesar da crítica inicial, Zema ponderou a excepcionalidade da COVID-19. O governador, que nunca assinou cartas de repúdio contra as ações de Bolsonaro na pandemia, disse que poucos países lidaram bem com a pandemia e que até nações desenvolvidas sofrem nos dias de hoje, mesmo com mais de um ano do vírus espalhado.

“Mas temos assistido também, inclusive em países desenvolvidos que têm todos os recursos financeiros que nos faltam, toda estrutura burocrática eficiente, onde a taxa de óbito foi maior que no Brasil. Culpar é muito fácil, dar a solução é que é difícil. Países que realmente foram bem na pandemia são raríssimos, e os casos estão muito ligados àqueles países que são tipo uma ilha, Austrália, Nova Zelândia, que conseguem realmente barrar entrada de pessoas, que não tem fronteiras, esses sim conduziram de forma adequada. Estamos esta semana assistindo, inclusive, um país desenvolvido, a França, em total lockdown”, afirmou.

Em outra tentativa de se eximir de suas responsabilidades, Zema culpa prefeituras por pausas na vacinação e não quer vacinas estocadas.

“Ninguém sabia como se tratava e como se transmitia. O vírus (coronavírus) ainda é desconhecido e o governo menosprezou a periculosidade, deveria ter dado mais atenção ao inimigo no início”, completou.

“A vacina resolve nosso problema quando ela está aplicada no braço de quem precisa, e não dentro do refrigerador, do congelador, aguardando para ser vacinado. Tanto é que nesta última semana, juntamente com Ministério Público, juntamente com Associação Mineira de Municípios, nós tomamos uma série de medidas para agilizar mais ainda esse processo. Observamos que em algumas prefeituras o processo estava mais ágil e que em outras prefeituras havia formação de estoque. Nessas onde o processo está mais ágil, é onde estaremos direcionando essa reserva técnica. Quem está com maior velocidade, vai receber um pouco mais de vacina, não é muito, mas vai receber mais”, disse Zema.

Nesse fim de semana, por exemplo, Belo Horizonte foi uma das cidades mineiras em que não houve vacinação contra COVID-19. Segundo Zema, a orientação é para que o processo de imunização não seja interrompido.

Romeo Zema Subestimou “a periculosidade do vírus”, fechou hospital de campanha e agora culpa governo Bolsonaro por falta de “kit intubação”

Nesta quinta-feira (08), Zema voltou a culpar o governo Bolsonaro, pela falta de medicamentos para o “kit internação”, em unidades de Saúde em todo estado.

De acordo com o governador, Minas só tem kit intubação para “um dia ou dois dias” e que “poderemos ter notícias crimes” a partir de amanhã, por falta de remédios. Ainda segundo Zema, a culpa seria do Ministério da Saúde que “alterou a forma de aquisição do Kit Intubação”.

“Houve uma mudança no Ministério da Saúde, que pediu requisição administrativa desses insumos juntos à industria. Antes, cada unidade hospitalar fazia o pedido na industria, mas, com essa requisição, o Ministério passou a ter acesso a toda a produção e não temos tido acesso a esses medicamentos na velocidade adequada” afirmou Zema.

O que podemos notar, é o total despreparo do governador no tocante a gestão pública, não tendo se quer um norte de como se organizar para o combate à pandemia, “ainda que seja um vírus desconhecido”, mas culpando a todos, a fim de se eximir das responsabilidades as quais lhe cabem.

A exemplo do total descaso de Zema com a Saúde Pública de Minas, o Jornalista Welesson Oliveira, fez uma reportagem exclusiva, mostrando o abandono do Mega Hospital com Capacidade pra 220 Leitos em Governador Valadares, uma das cidades com maior número de mortes por Covid-19 no Estado.

Repórter Welesson Oliveira Denuncia Obra Abandonada de Mega Hospital com Capacidade pra 220 Leitos em Governador Valadares. Welesson Oliveira lembra que a Macro-Região do Leste de Minas Gerais conta com apenas 58 leitos de UTI para Tratamento de [COV…] na Rede pública de saúde.

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